MINISTÉRIO DO TRABALHO INSTITUCIONALIZA A ESCOLA DO TRABALHADOR

  1. escola do trabalhador

O Ministério do Trabalho publicou na manhã de 29/10  a Portaria n° 884 de 24 de outubro de 2018 que institucionaliza a Escola do Trabalhador, vinculando-a  à Secretaria de Políticas Públicas de Emprego – destinada a planejar, coordenar, executar e apoiar ações presenciais de qualificação, requalificação e aperfeiçoamento do trabalhador – além da plataforma digital.

Cabe ressaltar que a nova política migratória brasileira rege-se por princípios e diretrizes que estimulam o tratamento isonômico entre os trabalhadores brasileiros e imigrantes, tais como a igualdade de tratamento e de oportunidade; assim como a inclusão social, laboral e produtiva do imigrante por meio de políticas públicas.

Nesse sentido, a Escola do Trabalhador atuará de forma articulada com os entes públicos e privados que fazem a qualificação e requalificação do trabalhador, sendo esse nacional ou imigrante que trabalha, independentemente da forma, meio ou finalidade,  tornando-se mais uma ferramenta fundamental aos que buscam por uma melhor colocação ou recolocação no mercado de trabalho.

Os recursos financeiros da Escola do Trabalhador serão provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT);  do Ministério do Trabalho; assim como da própria Secretaria de Políticas Públicas de Emprego, que fornecerá as condições administrativas e financeiras necessárias à implementação do projeto. Serão reservados espaços dentro das Superintendências Regionais do Trabalho e das Agências do SINE em todo o país, para que os trabalhadores tenham acesso aos cursos online da Escola do Trabalhador por meio de computadores disponibilizados nesses locais.

Segundo o diretor de Políticas de Empregabilidade do Ministério do Trabalho, Higino Brito Vieira, a  Escola do Trabalhador é uma política pública testada, aprovada e reconhecida. “Com a portaria, o Ministério do Trabalho consolida uma ação de baixo custo e de desenvolvimento no tripé de qualificação, intermediação e  benefícios. Trata-se de um incremento na empregabilidade por meio de ofertas de qualificação que se comunicam com o mercado de trabalho e traz autonomia para o trabalhador”, ressalta.

A Escola do Trabalhador, plataforma de ensino à distância que qualificou mais de 90 mil pessoas em 10 meses de funcionamento, já alcançou 580 mil matrículas e ultrapassou o número de 380 mil alunos inscritos, matriculados em um ou mais cursos disponíveis.

Atualmente são oferecidos 25 cursos, divididos em 12 eixos temáticos, focados nas demandas do mercado de trabalho brasileiro. Os cursos são gratuitos e podem ser acessados de qualquer computador do Brasil no endereço escola.trabalho.gov.br.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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